emergência química ambiental

Uma empresa, diante de uma situação de emergência, o que deve fazer em primeiro lugar? Quem acionar? Quais procedimentos adotar? Quem vai resolver a ocorrência?

Quando um acidente desse tipo acontecer, quanto mais rápido o tempo de resposta, menor serão os impactos ao patrimônio da empresa, à população e ao meio ambiente.

Mas para que isso ocorra, é preciso, antes, elaborar um Plano de Atendimento Emergencial (PAE).

O que é o Plano de Atendimento Emergencial (PAE)?

O PAE é um plano elaborado para fornecer diretrizes, estratégias, informações e dados que permitam a adoção de procedimentos lógicos, técnicos e administrativos a serem adotados em casos de acidentes e situações de emergência.

Quais as suas principais características?

Toda empresa que possua alguma atividade com potencial de acidentes precisa elaborar o PAE (Plano de Atendimento Emergencial). Nele, é necessário existir a indicação de quem é a responsabilidade por atender a emergência caso ela venha a ocorrer.

Por exemplo, uma empresa “XYZ” faz o transporte de produtos químicos, de Norte a Sul do Brasil. Então, ela precisa ter esse plano para caso ocorra algum acidente com algum veículo da sua frota, independente de qual área do país estiver.

Como no documento precisa, necessariamente, estar indicada a empresa contratada que vai atender a emergência, este papel fica a cargo da Ambipar.

A empresa “XYZ” precisa igualmente listar o nome de todos os envolvidos em caso de emergências, bem como suas atribuições e responsabilidades. Essa relação dá muito mais celeridade a todo o processo.

Importante lembrar que visitantes ou terceiros, que não possuam uma relação direta com a empresa, também precisam estar contemplados no PAE (Plano de Atendimento Emergencial). Assim, é possível prever quem irá auxiliá-los, bem como haver treinamentos para isso.

Além das pessoas envolvidas, deverá constar igualmente os recursos disponíveis, humanos e materiais, para atendimento por parte da empresa contratada, no caso a Ambipar. Estes recursos devem ser compatíveis com os possíveis acidentes a serem atendidos.

Por fim, estará ainda delimitada toda a estrutura disponível para poder resolver a situação de emergência nos modais em que atua. Por exemplo, para a empresa “XYZ”, que atua em todo o Brasil transportando produtos químicos, toda a estrutura que existir para o atendimento de uma emergência no modal terrestre deve estar delimitado no plano.

Qual a estrutura de um PAE (Plano de Atendimento Emergencial)?

Nenhum PAE é igual a outro. Assim, cada empresa terá um documento personalizado, conforme o seu tipo, seus produtos, sua localização, área de abrangência, entre outros fatores.

Mas, há uma estrutura geral a ser seguida no momento da elaboração.

1. Descrição das instalações envolvidas

Para definir as ações a serem adotadas durante um atendimento emergencial, o primeiro passo é analisar as instalações da empresa e verificar onde pode ocorrer possíveis acidentes.

Isso inclui:

qual o seu modal, podendo ser ferroviário, industrial, aeroportuário, rodoviário, marítimo, fluvial ou dutoviário;
o tipo de atividade que ela desempenha;
sua localização;
os produtos que são manipulados por ela, porque é isso que vai direcionar quais ações a serem tomadas em caso de emergência e quais recursos deverão estar disponíveis;
recursos humanos;
qual a estrutura disponível a ser utilizada como resposta à emergência.

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